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GOE prende auxiliar geral com 660 pinos de cocaína em Araçatuba

Suspeito tentou fugir e arremessou parte da droga durante a perseguição. Além da cocaína, policiais apreenderam 10 porções de maconha

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Suspeito tentou fugir e arremessou parte da droga durante a perseguição. Além da cocaína, policiais apreenderam 10 porções de maconha

GOE prende auxiliar geral com 660 pinos de cocaína em Araçatuba
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Um auxiliar geral de 19 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas na tarde de segunda-feira (3), no bairro São José, em Araçatuba, após uma ação do Grupo de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil. Ao todo, foram apreendidos 660 microtubos com cocaína e 10 porções de maconha.

De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais receberam uma denúncia de que um homem, com camiseta verde listrada e boné azul, estaria comercializando entorpecentes na esquina da Rua Fundador Paulino Gatto com a Rua Domingos Pereira Dias, local conhecido como “Esquina Maluca”, ponto já conhecido por registros de tráfico de drogas. A informação indicava ainda que o suspeito escondia os entorpecentes em um terreno na Travessa Moema.

Durante as diligências, a equipe avistou um homem com as características informadas saindo do terreno com um invólucro nas mãos. Ao perceber a aproximação da viatura, ele tentou fugir, sendo perseguido até a Rua José Cavazzana, onde arremessou o pacote para o interior de uma residência abandonada.

Na abordagem, os policiais encontraram com o suspeito um telefone celular e R$ 20 em dinheiro. Em seguida, localizaram a sacola dispensada, contendo 130 pinos de cocaína. No terreno indicado pela denúncia, foram encontrados outros 530 microtubos da mesma droga, além de 10 porções de maconha embaladas para venda. Ao todo, foram apreendidos 127,68 gramas de cocaína e 20,68 gramas de maconha, conforme laudos do Instituto de Criminalística.

Questionado sobre a propriedade dos entorpecentes, o auxiliar geral negou que a droga lhe pertencesse. Mesmo assim, a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Durante o interrogatório, o investigado exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio e permaneceu preso, à disposição da Justiça.

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