A apreensão de 7,2 toneladas de maconha realizada em Santópolis do Aguapeí foi a maior registrada pela Polícia Militar Rodoviária no Estado de São Paulo em 2026. Considerando toda a Polícia Militar paulista, a ocorrência foi a segunda maior do ano.
A droga estava escondida em meio a uma carga de linguiça transportada por um caminhão abordado na segunda-feira (28), na Rodovia Assis Chateaubriand (SP-425). Segundo a Polícia Militar, a apreensão representa um prejuízo estimado em R$ 9,3 milhões ao crime organizado.
Maior apreensão nas rodovias
O flagrante aconteceu durante a Operação Impacto. A ação reuniu policiais do 2º Batalhão de Polícia Militar Rodoviária (2º BPRv) e integrantes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).
Durante a fiscalização do caminhão, as equipes encontraram 275 fardos de maconha escondidos entre as caixas de linguiça. Após a pesagem, a droga totalizou 7,2 toneladas.
O motorista já possuía antecedentes criminais. Após o flagrante, os policiais o encaminharam à Polícia Federal, em Araçatuba, onde ele permaneceu preso à disposição da Justiça.
Segunda maior apreensão da PM
O volume apreendido em Santópolis do Aguapeí só fica atrás, considerando toda a Polícia Militar no Estado, de uma ocorrência registrada em maio deste ano.
Na ocasião, policiais apreenderam 24 toneladas de maconha em Paulo de Faria, na região de São José do Rio Preto. Uma equipe do 16º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) realizou a apreensão enquanto prestava apoio a uma escolta de presos.
Assim, a ocorrência desta segunda-feira passou a ocupar a posição de maior apreensão de drogas feita pela Polícia Militar Rodoviária em São Paulo neste ano e a segunda maior considerando toda a corporação.
Prejuízo de R$ 9,3 milhões
Para o comandante da Polícia Militar Rodoviária, coronel Hugo Araújo dos Santos, a retirada de uma quantidade desse porte de circulação provoca impacto financeiro no crime organizado e reforça a importância da fiscalização nas rodovias.
“Cada grande apreensão como essa significa menos dinheiro nas mãos do crime organizado e menos drogas chegando às ruas. São milhões de reais que deixam de financiar outras atividades criminosas e de alimentar um problema que afeta não apenas os usuários, mas também suas famílias e toda a sociedade. Para nós, é a confirmação de que o trabalho diário de fiscalização nas rodovias está dando resultado”, destacou.






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