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Clínica Meu Pet registra mais de 50 casos de parvovirose em dois meses

Doença atingiu principalmente cães jovens atendidos em julho e agosto; vacinação é a principal forma de prevenção

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Doença atingiu principalmente cães jovens atendidos em julho e agosto; vacinação é a principal forma de prevenção

Clínica Meu Pet registra mais de 50 casos de parvovirose em dois meses
DIVULGAÇÃO/ASSESSORIA

A Clínica Meu Pet registrou mais de 50 casos de parvovirose canina durante os meses de julho e agosto de 2026. Segundo a unidade, gerenciada pelo Unisalesiano, a maioria dos casos envolveu cães jovens.

A parvovirose é uma doença infecciosa causada pelo parvovírus tipo 2 e pode provocar alterações graves no sistema gastrointestinal. Entre os principais sintomas estão vômitos, diarreia, que pode apresentar sangue, desidratação e apatia.

Filhotes e cães jovens estão entre os mais suscetíveis, principalmente quando ainda não completaram o protocolo de vacinação.

Transmissão e prevenção

A transmissão ocorre principalmente pela via fecal-oral. No entanto, o contato direto entre cães não é necessário, já que o vírus pode permanecer no ambiente e contaminar superfícies, objetos e equipamentos.

Por isso, filhotes que ainda não completaram a vacinação devem evitar locais com grande circulação de cães ou com histórico de casos da doença.

Segundo a coordenadora da Clínica Meu Pet, Tatiane Poló, a vacinação é a principal medida preventiva. “Cães que seguem adequadamente o protocolo vacinal apresentam risco consideravelmente menor de desenvolver a doença”, explicou.

Além disso, cães infectados devem ficar isolados de outros animais. A higienização e a desinfecção dos ambientes e objetos contaminados também ajudam a reduzir a circulação do vírus.

Atenção aos sintomas

A orientação é procurar atendimento veterinário diante de sintomas como vômitos, diarreia, sangue nas fezes, apatia ou sinais de desidratação.

“A identificação precoce dos casos, o isolamento dos animais infectados e os cuidados de higiene são medidas fundamentais para reduzir a circulação do vírus e evitar novos casos”, afirmou Tatiane.

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