A Polícia Civil de Penápolis concentra as investigações em imagens que possam ajudar a esclarecer a morte da adolescente de 17 anos encontrada parcialmente carbonizada em um canavial, na zona rural da cidade. A vítima utilizava o nome social Luan nas redes sociais.
A equipe da Delegacia Sede de Penápolis, chefiada pelo delegado Jovair Marcos Gruppo, está mobilizada na investigação. Até o momento, porém, a polícia não identificou a autoria nem esclareceu a dinâmica e a motivação do crime.
Entre as diligências, os investigadores buscam imagens de câmeras que possam mostrar possíveis veículos que circularam pela região onde o corpo foi localizado. A Polícia Civil também trabalha com outros elementos reunidos durante a apuração.
Por enquanto, não há novos detalhes que permitam apontar suspeitos. A investigação segue em andamento.
Vítima usava nome social Luan nas redes
A vítima tinha 17 anos e utilizava o nome social Luan em seus perfis nas redes sociais.
Por se tratar de adolescente, o Ponto Urgente mantém a decisão editorial de preservar sua identificação e não divulgará o nome constante nos registros oficiais.
A identificação ocorreu após familiares e amigos procurarem a Polícia Civil. Uma tatuagem e características da camiseta que a vítima vestia também contribuíram para o reconhecimento.
Segundo informações levantadas no início da investigação, Luan estava na casa de amigos antes de desaparecer durante a madrugada. Não havia registro de desaparecimento.
Corpo foi encontrado em canavial
O corpo foi localizado na manhã de domingo (30), em um canavial às margens da Estrada José Vigilato de Castilho, na zona rural de Penápolis.
O proprietário da plantação e um funcionário combatiam um incêndio quando encontraram o corpo e acionaram as autoridades.
Conforme o boletim de ocorrência, a vítima estava de bruços, seminua e parcialmente carbonizada. A polícia também identificou aparentes equimoses no pescoço e no rosto, além de outros vestígios que serão analisados por meio dos exames periciais.
Próximo ao corpo, a perícia encontrou um chinelo, uma corrente de pescoço e um cabo de carregador de celular. Também havia possíveis marcas de pneus e sinais de arrastamento. No entanto, segundo o registro policial, a chuva prejudicou a preservação desses vestígios.
A Polícia Civil registrou inicialmente o caso como homicídio consumado. As investigações e os exames periciais deverão ajudar a esclarecer como ocorreu a morte e identificar o responsável.






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